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03/09/2021 às 12h51min - Atualizada em 04/09/2021 às 00h00min

Coopercarga adota Inteligência Artificial da CargOn para avançar no processo de transformação digital da empresa

Com a digitalização dos comprovantes de entrega,o prazo médio de faturamento diminuiu em até 75%

SALA DA NOTÍCIA Denise Almeida
https://cargon.com.br/
Foto Divulgação

O estudo Digital Transformation Investment 2020 aponta que 75% dos entrevistados planejam investir em tecnologias inovadoras para os seus negócios. O levantamento confirma também que muitas empresas estão usando a crise global para redirecionar recursos para a inovação tecnológica. Como a maioria das companhias está se adaptando à recuperação econômica e não descartando permanentemente as iniciativas de transformação digital, há motivos para acreditar que, aquelas com uma mentalidade progressiva em relação ao investimento em tecnologia, estarão melhores equipadas não apenas para a retomada, mas também para o crescimento sustentável do negócio. 

É com essa mentalidade que a Coopercarga, operador logístico de transporte rodoviário, presente no mercado há mais de 30 anos e líder no segmento, percebeu que precisava de uma solução que otimizasse seus processos e trouxesse os motoristas de caminhão para a digitalização, criando uma sinergia entre todos os envolvidos. A empresa adotou, então, a tecnologia da CargOn, logtech que atua como operador logístico digital no gerenciamento do transporte de indústrias e transportadoras, para solucionar o problema. Com isso, passou a ter toda a documentação das cargas transportadas digitalizadas e também acompanha, online e em tempo real, todo o trajeto feito pelos caminhoneiros nas viagens.

“Com a transformação digital proporcionada pela CargOn, conseguimos diminuir o uso do papel em 80%, ter uma visão mais proativa dos nossos recursos e também passamos a dar uma resposta mais ágil ao nosso cliente. Outro bom exemplo é que com a digitalização dos comprovantes de entrega, diminuímos em até 75% o prazo médio de faturamento”, afirma Osni Roman, CEO da Coopercarga. “Hoje, vendemos muito mais que transporte, vendemos informação em tempo real”, completa o executivo.

De janeiro a maio de 2021, a Coopercarga transportou 8560 cargas, especialmente nos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, num total de quase R$ 54 milhões em cargas e mais de R$ 37 milhões pagos em fretes. “Saber que temos uma tecnologia por trás de todo esse processo, além da agilidade e otimização dos recursos, dá tranquilidade. É um caminho sem volta”, diz Roman.

Outro benefício oferecido pela CargOn é o seguro de vida para os motoristas de caminhões que realizam o transporte de cargas identificadas e cadastradas pela plataforma da startup, como é o caso da Coopercarga. O seguro, no valor de R$ 50 mil, oferece cobertura por todo o período da viagem para o caso de morte e/ou invalidez por acidente.

“O caminhoneiro enfrenta muitos perigos em seu dia a dia de trabalho, incluindo estradas mal conservadas e a falta de segurança, acarretando no roubo de cargas, e nossa maior preocupação é com a vida desses profissionais e suas famílias. Por isso, saímos na frente e firmamos uma parceria pioneira com a BB Seguros para oferecer essa apólice aos nossos parceiros”, afirma Denny Mews, fundador e CEO da CargOn.

A CargOn oferece um serviço completo, contando com emissão própria dos documentos fiscais, seguro próprio e gestão total do início ao fim do transporte, uma das dores observadas no mercado de logística. A logtech foi pioneira ao adotar a Inteligência Artificial (IA) da Microsoft para facilitar a identificação de motoristas e suas respectivas habilitações. A tecnologia evita fraudes e roubos por falsos portadores, além de garantir o gerenciamento de cargas, por meio do agendamento para veículo específico, rastreio e monitoramento de itens, com local de destino, previsão de entrega e sinalização em caso de possíveis atrasos. O recurso também valida o cadastro do motorista, que faz uma selfie e tira uma foto de seu documento de habilitação. As imagens são enviadas para a portaria da empresa atendida juntamente à ordem de serviço. O motorista ainda é beneficiado com a tecnologia, a partir de avaliações realizadas na plataforma, ampliando as chances para novos trabalhos. 

“Nosso know how em logística e a visão que temos das dores do segmento são alguns dos nossos diferenciais, pois atuamos com entendimento de causa no gerenciamento do transporte de indústrias e transportadoras, garantindo a otimização do tempo e o ganho de produtividade, como o trabalho que estamos fazendo com a Coopercarga”, explica Denny.

Roman defende que a transformação digital veio para ficar e quem conseguir se adaptar a ela sobreviverá no mercado. Para ele, a oferta de produtos e serviços digitais no segmento logístico vem aumentando a cada dia, porém, é necessário conhecimento, flexibilidade e velocidade para resolver os problemas ao criar soluções, porque a logística não admite erros. “A estrada é bastante imprevisível, mas com a ferramenta de monitoramento de toda a nossa frota, por meio do APP CargOn, conseguimos tomar decisões com mais agilidade, ser mais proativos e também aproveitar melhor nossos recursos, pois sabemos quando o caminhoneiro vai chegar e o direcionamos para a próxima viagem mais rapidamente”, diz Roman.

Fundada em março de 2020, a CargOn acabou de receber a terceira rodada de investimentos no valor de R$ 2,5 milhões da VIASOFT. As outras duas, um investimento Anjo e outra Corporate Capital, também somaram juntas R$ 2,5 milhões. Com isso, a logtech passa a ter um post-money valuation avaliado em R$ 17,5 milhões e já faz planos para receber uma Série A, em dezembro deste ano. A startup também firmou uma parceria inédita com a BB Seguros para oferecer o primeiro seguro de vida para caminhoneiros no Brasil. A apólice, no valor de R$ 50 mil, cobre todo o período da viagem para o caso de morte e/ou invalidez por acidente. Com 50 mil caminhoneiros cadastrados em sua plataforma, a CargOn já registra o transporte de 200 mil cargas e a movimentação de R$ 800 milhões em fretes.


 
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