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11/06/2021 às 11h09min - Atualizada em 11/06/2021 às 11h09min

​Balança comercial goiana fecha mês de maio com superávit de US$ 599,57 milhões

Commodities lideram resultado positivo. No acumulado de 2021, exportações registram US$ 3,807 bilhões, crescimento de 15,84%. Importações alcançam US$ 2,026 bilhões, salto de 50,51% quando comparado com mesmo período do ano passado

Jeová Lopes
Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) - Governo de Goiás
Óleo de soja apresentou alta de 146% nas exportações, saltando de US$ 38,1 milhões em vendas de janeiro a maio do ano passado, para US$ 93,9 milhões nos primeiros cinco meses de 2021
A balança comercial goiana apresentou em maio superávit de US$ 599,57 milhões. O indicador foi resultado de US$ 934,69 milhões em exportações contra US$ 335,11 milhões em importações. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Economia. 

De janeiro a maio, o montante das vendas internacionais soma US$ 3,807 bilhões e as compras do mesmo porte US$ 2,026 bilhões, o que garante um aumento de 15,84% nas exportações e 50,51% nas importações, comparado com o mesmo período do ano passado. 

Do total da balança comercial brasileira do acumulado do ano, Goiás cooperou com 3,50% das exportações e com 2,49% das importações, colocando o Estado em oitavo lugar nacional no ranking de vendas internacionais e 11º no de compras.

 

O governador Ronaldo Caiado destaca o incentivo à instalação de empresas e a segurança jurídica que os empreendedores encontram para investir em Goiás. “Nós temos um Estado transparente, onde o empresário sabe que é tratado com todo o respeito. Só temos uma posição: defender quem queira investir aqui”, pontuou.


As commodities foram os destaques para alavancar a balança comercial goiana no acumulado do ano e do mês, que tiveram como principais municípios fornecedores Rio Verde, Jataí e Luziânia. China e Espanha foram os países que mais receberam produtos fabricados em Goiás.

A balança comercial de Goiás é mais um indicador que mostra a reação da economia do Estado, conforme explicou o secretário José Vitti, titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC). Segundo ele, praticamente todos os indicadores do Estado apontam para um processo de retomada, especialmente com a geração de empregos. Vitti destaca que a logística de transporte no Estado favorece na pauta de exportações, “além de sermos uma unidade da Federação com forte produção agropecuária e de minerais”.

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Commodities

Ainda de acordo com os dados do Ministério da Economia, a maior variação das exportações foi do óleo de soja que apresentou alta de 146,01%, saltando de US$ 38,192 milhões em vendas de janeiro a maio do ano passado para US$ 93,958 milhões nos primeiros cinco meses de 2021. Já no mês, o produto apresentou alta de 264,57%, comparado com maio de 2020.

Outra commodity do ramo agrícola que apresentou alta de exportações, no acumulado do ano, foi o açúcar, com aumento de 9,5%. Em contrapartida, o complexo do milho teve queda de 11,84%, puxado pelo óleo de milho que não contou com exportações de janeiro a maio.

As vendas de carnes também cooperaram para a alta da balança comercial goiana no acumulado do ano e no mês. A exportação de carne suína saltou de US$ 4,557 milhões no ano passado para US$ 8,079 milhões este ano, o que corresponde a uma alta de 77,29%. No mês, a alta também é expressiva ao comparar com maio do ano passado, 43,57%. Já as carnes bovina e de aves também apresentaram alta de janeiro a maio, 9,16% e 7,92%, respectivamente. Com isso, o setor tem alta de 9,38% nas exportações no acumulado do ano. 


As commodities do ramo mineral tiveram como protagonistas o ouro, que apresentou alta de 57,38% motivado pelo aumento de vendas em US$ 58,205 milhões de janeiro a maio; e o sulfeto de cobre, com alta de 25,65%. No mês, o ouro apresentou alta de 61,24% e o sulfeto de cobre, 159,31%, com salto das vendas de US$ 19,425 milhões em maio 2020 para US$ 50,371 milhões no mês passado.

Já as importações foram alavancadas no acumulado do ano pelos combustíveis minerais, óleos minerais e produto da sua destilação (+ 2.524,35%); gorduras e óleos animais e vegetais (+226,59%) e borracha e suas obras (+105,07%).

Apesar da predominância desses setores no acumulado do ano, em maio os setores que alavancaram as compras internacionais foram o de sal, enxofre, terras e pedras, gesso, cal e cimento, com alta de 236,69%, seguido de móveis, mobiliário médico-cirúrgico, colchões, almofadas e semelhantes (+221,74%) e do setor de produtos diversos das indústrias químicas (+212,98%), comparado com maio de 2020.

Fotos: Cristiano Borges e SIC

 

 







 
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